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O GURI (Vicente Barreto e Celso
Viáfora) Meu guri vai se chamá Rei Vagabundo e os da lei vão rastá de joelho e beijá os seus pé' Meu guri vai nascê senhor Pai dos pé-de-chulé Não vai ter pra meganha ou malfeitor Eu já fiz 17 o mês passado, o meu tempo passou mas no bucho o meu rei, eu sei, vai ser meu protetor Sendo conhecedor do bem e também dos horror porque, então, se não for por bem vai ser bem como for Um velho me falou que o filho é de Xangô mas não sei qual o pai, não sei nem se vingou no porre, na porrada ou no jorro do amor Vingou!Dando um pega na cola quando a fome entra numas de horror e um cachimbo no frio, fumaça invés de cobertor Dando rapa na Sé que nem fiscal de camelô pra afaná os Mané' que vem apanhá o metrô Na moral que quem tira sangue é amador... E 'cê sabe que aí vem sempre o vingador Na miúda é que se chega a imperador! Morou? Esse não vai ser Zé-Bundão, nem Flor: esse bicho é o cão: vai ser doutor! |
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Violão: Celso Viáfora Contrabaixo: Arismar do Espirito Santo Cuíca: Théo da Cuíca Cordas: (*) Regência: Amílson Godoy Violinos: Audino Nuñes (Spalla), Patrícia Casadei Fante, Madoka Ikeya, Ana Lucia Danilovic, Dimitre Nikolaev Alanassov, Caetano Finelli, Oscar Ignacio Ontes Duran, Ricardo Takahashi, Alexandre Xavier da Cunha e José Adriano Machado Violas: Gilberto Alves Correia, Peter Pas e Estela Cerezo Ortiz Violoncellos: Adriana Cristina Holtz, Roman Mekinulov e Sandro Cassio Francischetti Contrabaixo: Sérgio Oliveira Arranjo: Celso Viáfora |